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ALBERT CAMUS ALBERT CAMUS

ALBERT CAMUS

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Nasceu na Argélia, a 7 de novembro de 1913. Seu pai morreu na Primeira Guerra e ele foi criado pela mãe em condições difíceis. Graduou-se em filosofia na Universidade de Algiers mas por problemas de saúde (tinha tuberculose) não continuou os estudos, que poderiam levá-lo a um posto universitário. Teve várias profissões: meteorologista, funcionário público, jornalista e agente de negociação de ações. Ao mesmo tempo mantinha uma companhia amadora de teatro para platéias operárias. Manteve por toda a vida um grande interesse nos aspectos técnicos do teatro (e também em esportes). Em 1937 publicou seu primeiro livro de ensaios, ´O avesso e o direito´. No ano seguinte Camus viajou pela Europa, passando pela Espanha, Tchecoslováquia, Itália e França, onde chegou em 1939. Em 1942 juntou-se à Resistência (contra os nazistas) e publicou ´O estrangeiro´ e ´O mito de Sísifo´, que dizem como romance e ensaio basicamente o mesmo, a natureza irracional do mundo e o papel da consciência nele. Após a libertação de Paris os artigos de Camus começaram a chamar a atenção, com sua diluição da fronteira entre jornalismo e literatura. De fato, em suas obras se misturam literatura, ética e filosofia - embora Camus insistisse que não era um filósofo, mas um moralista, que rebatia a impossibilidade da crença religiosa com um humanismo ateísta. Nos anos seguintes Camus escreveu várias peças, dentre as quais ´Calígula´ (1945) e ´Estado de sítio´ (1948) Anos depois fez ambiciosas adaptações para o teatro de romances de William Faulkner e Dostoievski. No romance ´A peste´ (1947), sobre uma epidemia em seu familiar ambiente norte-africano, Camus discute a coragem e a responsabilidade individuais nos momentos de crise. ´O homem revoltado´ (1951) é sobre a possibilidade da ação política, meios e fins. ´A queda´ (1956) é um monólogo semi-autobiográfico, complexo e irônico, no qual Camus revive o pessimismo de suas primeiras obras. Foi em 1957 que recebeu o Nobel de literatura. Em 1958 escreveu com Arthur Koestler (1905 - 1983) as ´Reflexões sobre a pena de morte´, um apelo à abolição da pena capital. Morreu num acidente de carro em Sens, a 4 de janeiro de 1960.--por Marcelo Cid

Exílio e o Reino, O

Exílio e o Reino, O Albert Camus

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Este livro traz seis contos ambientados em diferentes partes do mundo, nas quais são abordadas as mais variadas formas de exílio: o do próprio corpo, o gerado por conflitos entre os homens, o que ... Saiba mais

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