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GILBERT KEITH CHESTERTON GILBERT KEITH CHESTERTON

GILBERT KEITH CHESTERTON

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Nasceu em Londres, a 29 de maio de 1874. Gostava de desenhar e tinha um talento natural para isso, mas sentia-se mais atraído pela literatura (há muito de pictórico em seus livros). Publicou um volume de poemas em 1900 e tornou-se articulista de jornais da cidade. Casou-se em 1901. Era um homem grande, gordo (conta-se que uma vez num ônibus ofereceu o seu lugar a três senhoras) e simpático, amigo de George Bernard Shaw e H. G. Wells, entre outros escritores tão diversos. Até 1910 escreveu principalmente crítica social, crítica literária (é exemplo o admirável ensaio sobre Charles Dickens, 1906) e debate religioso, como o apologético ´Ortodoxia´ (1908). Converteu-se ao catolicismo em 1922; publicou pouco depois uma biografia de São Francisco de Assis (1923) e outros livros sobre temas católicos. No total, escreveu quase uma centena de livros: contos, poesia, ensaios e biografias, além de alguns romances e peças e de sua autobiografia. Seu romance mais famoso é ´O homem que foi Quinta-Feira´ (1908), mistura de intriga política e alguma teologia. Mesmo sem saber seu nome, milhões de leitores pelo mundo se encantaram com o Chesterton autor das histórias do Padre Brown, que está na melhor tradição inglesa dos detetives. Morreu a 14 de junho de 1936. -- por Marcelo Cid

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