ALEXANDRE DUMAS
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Nasceu Alexandre Davy de la Pailleterie, a 24 de julho de 1802. Recebeu instrução primária de um padre. Seu amigo de adolescência foi Adolphe de Leuven (filho de um nobre sueco exilado), com quem Alexandre escreveu "vaudevilles" e peças que nunca foram encenadas. Trabalhava como escrevente nessa época. Os Leuvens se mudaram para Paris e Alexandre visitou lá seu amigo; decidiu tentar a vida na cidade. Conseguiu outro emprego burocrático, a serviço do duque de Orléans, e continuou na parceria literária com Alphonse de Leuven. Dumas envolveu-se com uma costureira e teve um filho com ela em 1824: Alexandre Dumas Filho, que o pai só reconheceu legalmente em 1831, e de quem ganhou a guarda posteriormente, numa disputa com a mãe. Por essa época a parceria Dumas/Leuven chegara ao teatro, sob influência das companhias shakespeareanas inglesas, e com sucesso (´Henri III et sa cour´, 1829; ´Christine´, 1830). Com essas peças Dumas ganhou reconhecimento e amizade nos círculos literários de Paris. Dumas escreveu (sozinho ou em parceria) 91 peças. Em 1839 começou sua colaboração com Auguste Maquet, e a admirável série de romances históricos, que deram fama mundial a Dumas e fizeram dele o autor de língua francesa mais lido da história: ´Os três mosqueteiros´ (1844), e suas sequências, ´Vinte anos depois´ (1845) e ´O visconde de Bragelonne´(1848-1850); ´O conde de Monte Cristo´ (1844); ´A rainha Margot´ (1845) e tantos mais. Na verdade, Dumas estabeleceu o que se poderia chamar de uma ´fábrica de ficção´; contratava escritores profissionais (os chamados ´nègres´), além dos colaboradores mais famosos, para desenvolver idéias suas. Como disse Charles Hugo, ´Ninguém ainda leu todos os livros de Dumas, nem ele mesmo´. Seus originas, porém, dão prova indiscutível de que era ele quem imprimia nessas histórias a marca do gênio, e há muitos críticos a supor e defender que Dumas revia e reescrevia tudo o que saía sob seu nome. Essa imensa produção o teria enriquecido se ele não levasse vida tão cara. Quando houve o golpe de estado em 1851, Dumas fugiu para Bruxelas, não como exilado (como dizia), mas para fugir de seus credores. Em 1858 viajou para a Rússia e em 1860 encontrou Garibaldi na Sicília, que o encarregou da direção dos museus de Nápoles. Dumas viveu na Itália quatro anos. Alexandre Dumas morreu em relativa tranqüilidade a 5 de dezembro de 1870, na casa de seu filho, com quem teve relacionamento difícil. -- por Marcelo Cid
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Dama das Camélias, A Alexandre Dumas
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1 dia útil para grande São Paulo
Em suas peças e romances, Alexandre Dumas (filho), atacava os preconceitos sociais e defendia com igual força os direitos da mulher e da criança.
A partir de sua experiê... Saiba mais
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