GRAHAM GREENE
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Graham Greene nasceu no vilarejo de Berkhamsted, em Hertfordshire, ao norte de Londres, em 2 de outubro de 1904, o quarto de seis filhos. Seus pais, Charles Henry Greene e Marion Raymond, eram primos de primeiro grau e membros de uma grande e influente família da burguesia. Foi educado primeiramente na Grammar School de Berkhamsted, que era dirigida por seu pai. Infeliz com o internato, fez várias tentativas de suicídio, incluindo o jogo de roleta-russa, segundo o próprio Greene. Em 1921, aos dezessete anos, fez um tratamento de psicoterapia em Londres, que durou sete meses, depois do qual passou a freqüentar a escola durante o dia, ao mesmo tempo em que morava com a sua família. Depois, cursou o Balliol College, de Oxford. Em 1926 tornou-se editor assistente do The Times e conheceu a católica (por conversão) Vivien Dayrell-Browning. Converteu-se também ele, ainda nesse ano, e o catolicismo viria a desempenhar um papel determinante na sua obra. Casaram-se um ano depois e tiveram dois filhos. Greene publicou seu primeiro romance, The man within, em 1929, e o livro teve uma recepção boa o bastante para convencê-lo a abandonar o jornalismo como atividade principal para dedicar-se à literatura. A seguir publicou The Name of Action (1930) e Rumour at Nightfall (1932), que não tiveram sucesso e que ele nunca mais deixou que fossem reeditados. A fama como escritor veio em 1932, com a publicação de Stamboul Train, que Greene chamou de ?divertimento? (nessa classificação incluiria seus romances de suspense e mistério, embora tivessem sempre um viés filosófico), em oposição a outros romances seus, que ele chamava de ?sérios?. A renda como romancista Greene complementava com pequenos trabalhos jornalísticos. Em 1934, publicou o romance It?s a battlefield, em 1935, England made me e viajou pela Libériae na volta foi contratado como crítico de cinema para o Spectator, função que desempenhou até 1939. Em 1936, publicou o romance A Gun for sale e o livro de viagem sobre a África, Journey without maps. Em 1938, ano da publicação de Brighton Rock, visitou o México, para relatar as perseguições religiosas que lá ocorriam. Como resultado, escreveu The Lawless Road (1939) e o célebre romance O poder e a glória (1940), considerado por muitos seu trabalho mais profundo e que seria condenado pelo Vaticano em 1953. Em 1939, publicou também The Confidential Agent. Em 1940, tornou-se editor literário do Spectator.
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Poder e a Glória, O Graham Greene
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1 dia útil para grande São Paulo
Texto brilhante de Greene que revela os conflitos existenciais dos sacerdotes em crise. Saiba mais
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