BRIAN K. VAUGHAN
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O escritor, nascido em 1976 em Cleveland, Ohio ? uma das cidades mais férteis dos EUA em termos de quadrinistas, lar dos pais de Superman, de Robert Crumb e Harvey Pekar, entre outros ?, entrou nos quadrinhos a partir do Stan-Hattan Project, oficina promovida pela Marvel Comics junto à New York University visando encontrar novos escritores de quadrinhos. Joe Kelly, Ben Raab e Vaughan, estudante de cinema, saíram contratados pela editora. O lançamento de OS LEÕES DE BAGDÁ, em 2006, foi precedido de um burburinho na indústria do tipo que se vê em torno de um novo filme de M. Night Shyamalan ou de um novo livro de Stephen King. Revistas especializadas, colegas escritores e os próprios fãs comentavam que esta seria a consagração de Vaughan. Ele foi além, construindo uma fábula de tom político que ecoa o melhor da literatura e virou um dos pontos fortes da nova moda dos quadrinhos como ?leitura séria? nos EUA. Ex Machina Fonte: en.wikipedia.org O autor está hoje naquela fina camada de criadores invejados não só pelos colegas dos quadrinhos, mas pelos de outras mídias também. No final de 2006, envolvido com a promoção de LEÕES e com os roteiros para as adaptações cinematográficas de Y: O Último Homem e Ex Machina, Vaughan foi convidado para juntar-se à equipe de roteiristas do seriado-fenômeno Lost. Seu nome já apareceu na telinha várias vezes, e é interessante notar as referências aos quadrinhos, sua verdadeira paixão, em cada episódio que assina. Vaughan já ameaçou deixar as HQs devido à quantidade de ofertas que recebe no cinema e na TV, mas não dá sinais de desistência. Ele concluiu Y: O Último Homem em janeiro de 2008, e agora trabalha no final de Ex Machina, prevista para durar ainda dois anos. Mas vez por outra pega algum trabalho extra, como uma participação na série de Buffy: A Caça-Vampiros. Os fãs têm mais é que torcer para que os quadrinhos não percam este grande nome.
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