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ALVARES DE (MANUEL ANTONIO A.A.) AZEVEDO ALVARES DE (MANUEL ANTONIO A.A.) AZEVEDO

ALVARES DE (MANUEL ANTONIO A.A.) AZEVEDO

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O poeta, contista e ensaísta nasceu em São Paulo em 12 de setembro de 1831 e faleceu no Rio de Janeiro em 25 de abril de 1852. Patrono da Cadeira nº 2 da Academia Brasileira de Letras. Em 1848 matriculou-se na Faculdade de Direito de São Paulo, onde foi estudante aplicadíssimo e de cuja intensa vida literária participou ativamente, fundando inclusive a Revista Mensal da Sociedade Ensaio Filosófico Paulistano. O meio literário paulistano, impregnado de afetação byroniana, teria inoculado no escritor componentes de melancolia, sobretudo a previsão da morte, que parece tê-lo acompanhado como demônio familiar. Tinha sempre à sua cabeceira o poemas de Imitador Byron, Musset e Heine, trio de românticos por excelência, e ainda de Shakespeare, Dante e Goethe. Proferiu as orações fúnebres por ocasião dos enterros de dois companheiros de escola, cujas mortes teriam enchido de presságios o seu espírito. Era de pouca vitalidade e de compleição delicada; o desconforto das repúblicas e o esforço intelectual minaram-lhe a saúde. Nas férias de 1851-52 manifestou-se a tuberculose pulmonar, agravada por um tumor na fossa ilíaca, ocasionado por uma queda de cavalo ocorrida um mês antes. A dolorosa operação a que se submeteu não fez efeito. Faleceu às 17 horas do dia 25 de abril de 1852, domingo da Ressurreição. Como quem anunciasse a própria morte, no mês anterior escrevera a última poesia sob o título "Se eu morresse amanhã", que foi lida, no dia do seu enterro, por Joaquim Manuel de Macedo. Entre 1848 e 1851, publicou alguns poemas, artigos e discursos. Depois da sua morte surgiram as Poesias (1853 e 1855), a cujas edições sucessivas foram se juntando outros escritos, alguns dos quais publicados antes separadamente. As obras completas, como as conhecemos hoje, compreendem: Lira dos vinte anos; Poesias diversas, O poema do frade e O conde Lopo, poemas narrativos; Macário, "tentativa dramática"; A noite na taverna, contos fantásticos; a terceira parte do romance O livro de Fra Gondicário; os estudos críticos sobre Literatura e civilização em Portugal, Lucano, George Sand, Jacques Rolla, além de artigos, discursos e 69 cartas. Preparada para integrar As três liras, projeto de livro conjunto de Álvares de Azevedo, Aureliano Lessa e Bernardo Guimarães, a Lira dos vinte anos é a única obra de Álvares de Azevedo cuja edição foi preparada pelo poeta. Vários poemas foram acrescentados depois da primeira edição (póstuma);

Melhores Poemas de Álvares de Azevedo,

Melhores Poemas de Álvares de Azevedo, Os Alvares De (manuel Antonio A.a.) Azevedo

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A coletânea apresenta as melhores poesias do romântico Álvares de Azevedo.
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