JOAO DO RIO
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João Paulo Emílio Cristóvão dos Santos Coelho Barreto, conhecido como Paulo Barreto, nasceu em 5 de agosto de 1881, na cidade do Rio de Janeiro. Iniciou-se no jornalismo ao lado de José do Patrocínio, no periódico Cidade do Rio, em 1898, e no mesmo ano adotou o pseudônimo de João do Rio. Em 1900 passou a colaborar na Gazeta de Notícias, onde publicou famosa série de reportagens posteriormente reunidas no livro ´As religiões do Rio´ (1906). Famoso pelas reportagens sobre a cidade do Rio de Janeiro publicadas na Gazeta de Notícias a partir de 1900, João do Rio foi também o fundador do jornal A Pátria, no qual fez campanha contra Epitácio Pessoa e defendeu o estreitamento de relações entre Brasil e Portugal, país que visitou várias vezes e ao qual dedicou muitas crônicas. Em 1905 reuniu o resultado de inúmeras entrevistas e publicou ´O momento literário´, livro valioso para o estudo da literatura brasileira do início do século. Tornou-se depois diretor da Gazeta de Notícias e trabalhou também em O País, como redator e colaborador. Em 1920, fundou o jornal A Pátria e, com João de Barros, a revista Atlântida. Escreveu peças de teatro, entre as quais ´A bela madame Vargas´. Aos 29 anos ingressou na Academia Brasileira de Letras. João do Rio morreu no Rio de Janeiro, em 23 de junho de 1921.-- por Marcelo Cid
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João do Rio (1881-1921, pseudônimo de Paulo Barreto) fez da crônica jornalística uma janela através da qual contemplava as glórias e as misérias do Brasil republicano. Em A al... Saiba mais
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