As virgens suicidas

Jeffrey Eugenides
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Avaliações do produtoEste produto possui 2 avaliações com nota média 5
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  • Sem tirar nem por...

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    03/03/2017
    Em questão da entrega não tenho nem palavras, submarino sempre eficiente! Sobre o livro, veio em perfeito estado e a leitura é maravilhosa, por mais que eu tenha achado que o autor enrola um pouco para desenrolar a trama, mas cada detalhe é imprescindível para o acontecimento final, e a "lição" por assim dizer que o autor nos trás sobre esse tema polemico nos faz pensar muito sobre como o suicídio é algo que vem acontecendo mais frequentemente do que a gente pensa, e porque? Recomendo 100%.
    Karol

  • Uma obra prima

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    04/05/2013
    Li "As Virgens Suicidas" de Jeffrey Eugenides. Num típico subúrbio dos Estados Unidos nos anos 1970, cinco irmãs adolescentes se matam em sequência e sem motivo plausível. A tragédia, ocorrida no seio de uma família que, em oposição aos efeitos já perceptíveis da revolução sexual, vive sob severas restrições morais e religiosas, é narrada pela voz coletiva e fascinada de um grupo de garotos da vizinhança. O coro lírico que então se forma ajuda a dar um tom sui generis a esta fábula da inocência perdida. Adaptado ao cinema por Sofia Coppola, o livro de estreia de Jeffrey Eugenides logo se tornou um cult da literatura norte-americana contemporânea. Não por acaso: essa obra de beleza estranha e arrebatadora, definida pela crítica Michiko Kakutani como "pequena e poderosa ópera no formato inesperado de romance", revela-se ainda hoje em toda a sua atualidade. O livro causa uma sensação estranha, já que em momento algum é revelado um motivo especifico que levou as garotas a cometerem os suicídios. Escancara um pouco a hipocrisia e o sonho americano, mas não apresenta culpados e nem julga ninguém. Contundente em cada página, o autor não poupa o leitor de cenas desconcertantes e até incomodas. O livro marcou a estreia de Sofia Coppola no cinema e a cineasta adapta com enorme talento e fidelidade cada página do romance, tornando o filme igualmente perturbador. Tanto o livro quanto no filme deixam o leitor/expectador desconcertados. Talvez lá pelas últimas páginas quando o narrador tenta achar uma possível explicação para os fatos, as coisas fiquem mais acessíveis, mas a leitura deixa marcas em quem lê.