Livro - O Jogo de Ripper

Isabel Allende
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  • Poderia ser melhor, mas ainda assim vale a pena ler.

    Avaliações do produtoEste produto possui 2 avaliações com nota média 4
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    02/11/2014
    "O Jogo de Ripper" é um livro com uma premissa diferente. Amanda é uma jovem de 17 anos de idade extremamente inteligente e que pode ser considerada um pouco excêntrica. Ela não gosta que as pessoas a toquem (com a exceção de seus familiares), tem um interesse quase que obsessivo por casos mórbidos, como assassinatos brutais e joga on-line um jogo conhecido como Ripper, onde um grupo se reúne para analisar crimes (no caso do grupo de Amanda, eram crimes ocorridos em Londres em séculos passados). A história se passa em São Francisco e é narrada em terceira pessoa, mas existem alguns trechos que são contados pelo assassino em primeira pessoa (depois da metade da história). O livro vai contar a peculiar estrutura familiar da Amanda: ela foi praticamente criada por seu avô, Blake Jackson, um farmacêutico de 64 anos. Seu pai é o inspetor chefe da divisão de Homicídios Bob Martin e sua mãe, Indiana Jackson, trabalha na Clínica Holística de North Beach e é praticante do primeiro grau de Reiki. Indiana engravidou quando ainda estava no ensino médio e Bob casou-se por obrigação. Vemos dois adultos que são inteligentes, bondosos, mas muito egoístas, pois apesar de amarem a filha, não são responsáveis por ela. Amanda absorve o esoterismo da mãe e a herança latina do pai, graças a sua avó e bisavó. Essa mistura torna a trama eclética e o pontapé inicial se dá quando a madrinha de Amanda, Celeste Roko, uma famosa astróloga da Califórnia realiza uma previsão mortífera para São Francisco. A trama terá praticamente três focos alternados: o cotidiano de Indiana, sua rotina, seus clientes e seus amores, a Amanda e o grupo do jogo e os crimes. Esses três focos vão se mesclando conforme a história avança, até chegar ao final e descobrirmos quem é o criminoso. Existem vários personagens na história e o leitor precisa ficar atento sobre cada um deles. Um ponto que poderia ser mais explorado é a vida de cada um dos integrantes do Ripper. Pelas rápidas menções sobre a vida pessoal de cada um, observamos que são histórias ricas e que poderiam ser bem complexas e interessantes. Cronologicamente, a história tem início em outubro de 2011 e vai até agosto de 2012, com marcações que diferem os meses. Os crimes são brutais. A maneira como eles são cometidos, cada um com um modus operandi diferente mas igualmente cruel, é impactante. As descrições dos crimes hediondos são vívidas, demonstrando uma crueldade humana absurda. A maneira como a autora interligou os crimes também foi bem elaborada e tem uma virada inteligente. A narração em alguns momentos é um pouco mais lenta, com trechos descritivos, tornando alguns trechos um pouco enfadonho. Os personagens tem muito potencial, mas em alguns momentos a autora se perdeu ao focar nos encontros e desencontros amorosos de Indiana e Bob. Poderia ter sido explorado melhor a maneira de como a Amanda vê o mundo ou como ela deduz determinados acontecimentos. "Um garoto da Nova Zelândia, paraplégico devido a um acidente e condenado a uma cadeira de rodas, mas com a mente livre para vagar por mundos fantásticos e viver tanto no passado quanto no futuro, adotou o papel de Esmeralda, uma cigana esperta e curiosa. Um adolescente de Nova Jersey, solitário e tímido, que viva com a mãe e nos últimos anos só saía do quarto para ir ao banheiro, era Sir Edmond Paddington, um coronel inglês aposentado, machista e petulante, muito útil no jogo por ser expert em armas e estratégias militares. Em Montreal, uma jovem de 19 anos, que passara sua curta vida em clínicas para tratamento de transtornos alimentares, inventou o personagem Abatha, uma vidente capaz de ler o pensamento, induzir recordações e comunicar-se com fantasmas. Um órfão afro-americano de 13 anos, com QI de 156, bolsista de uma escola para crianças superdotadas de Reno, escolheu ser Sherlock Holmes, porque deduzia e tirava conclusões sem nenhum esforço." (p. 11) Em relação à revisão, diagramação e layout a editora realizou um ótimo trabalho. A capa tem uma modelo bonita, mas não representa o conteúdo da trama. Blog Viaje na Leitura
    Carolina D

  • Uma leitura excelente!

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    29/06/2014
    O livro de Isabel Allende faz uso de uma linguagem poética, entremeando realidade e fantasia em uma história de suspense, onde não falta ação, na eterna luta do bem contra o mal.
    Berenice C Coutinho